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domingo, abril 25, 2004



GAIA

Quando desviamos nossa percepção para o planeta como um todo, encontramos uma rede global de processos de produção e de transformação, descritos com detalhes na Teoria de GAIA de James Lovelock e Lynn Margulis.
O Sistema Panetário opera numa escala muito grande no espaço e também envolve grandes escalas de tempo. Desse modo não é tão fácil pensar em GAIA como sendo viva de uma maneira concreta. O planeta todo é vivo ou apenas certas partes dele são vivas? E, nesse ultimo caso, que partes?
Para nos ajudar a conceber Gaia como um sistema vivo, Lovelock sugeriu a analogia com uma árvore.
" Numa árvore crescida, há sómente uma camada de células vivas ao redor do seu perímetro, logo abaixo da casca. Toda a madeira interna, mais de 97% da árvore está morta. De maneira semelhante, a Terra está coberta por uma fina camada de organismos vivos - a biosfera - que se aprofunda no oceano por cerca de 8 Km até pouco mais de 9,5 Km e se ergue na atmosfera numa distância equivalente. Portanto, a parte viva de GAIA é apenas uma delgada película ao redor do globo.
Tanto o espeço exterior como o interior da Terra fazem parte do meio ambiente da Terra.
GAIA é, em definitivo, autolimitada, pelo menos até onde sua fronteira externa, a atmosfera estiver presente.

(ex-traído de "A Teia da Vida" F. Capra/1996)

quarta-feira, abril 21, 2004



RESPONSA - HABILIDADE

O exercício de nossa "responsa-habilidade", de nossa capacidade de reagir, é fundamental e devemos compreendê-lo como uma arte, não menos do que, de sobrevivência de nossa espécie como sugeriam os profetas.

Se para os animais sua capacidade de responder e reagir a estímulos é parte integrante de seu instinto e elemento indispensável para sua preservação, podemos supor que para os Seres Humanos, levando em conta sua dimensão de consciência e seu discernimento, cada vez que não respondemos na medida da nossa lucidez, comprometemos nossa chance de sobrevivência e preservação.

(ex-traído de "O Crime Descompensa" N. Bonder 1992)

É SEMPRE UMA QUESTÃO DE ESCOLHA
QUE RESPOSTAS QUEREMOS DAR

quarta-feira, abril 14, 2004



Giordano Bruno (1542 / 1600) era sistêmico

Este globo inteiro,
esta estrela,
não sendo sujeito à morte
a dissolução e aniquilação
sendo impossível
em qualquer lugar da Natureza,
de vez em quando
se renova, existe mudança relativa e incessante
de posição através do universo,
e o observador está sempre
no centro das coisas.

Não existe um "acima" absoluto,
Nem um "abaixo" absoluto,
como Aristóteles ensinava;
Nenhuma posição absoluta no espaço
mas a posição de um corpo é relativo aos outros corpos.


Em todos os lugares existe mudança relativa e incessante de posição através do universo,e o observador está sempre no centro das coisas.

"TUDO QUE É DITO, É DITO POR UM OBSERVADOR" (H. Maturna)

sexta-feira, abril 09, 2004

"Liberdade significa Responsabilidade. Esta é a razão pela qual a maioria das pessoas lhe tem horror."
Bernard Shaw

Responsabilidade = Capacidade de responder por conta própria

terça-feira, abril 06, 2004

O pensamento dominante

Desde o Renascimento, o conhecimento em suas diversas formas, tem sido visto como a representação fiel de uma realidade independente do conhecedor. Ou seja as produções artísticas e os saberes não eram considerados construções da mente humana.

Com alguns intervalos de contestação, a idéia de que o mundo é pré-dado em relação à experiência humana é hoje predominante - e isso talvez mais por motivos filosóficos, políticos e econômicos do que propriamente por causa de descobertas científicas de Laboratório.



Tal modo de pensar se chama representacionismo. Sua proposta central é a de que o conhecimento é um fenômeno baseado em representações mentais que fazemos do mundo.

A mente seria então, um espelho da natureza. O mundo conteria "informações" e nossa tarefa seria extraí-las dele por meio da cognição. O mundo é um objeto a ser explorado pelo homem em busca de benefícios.

Essa convicção constitui a base da mentalidade extrativista - e com muita frequência predatória - domiante entre nós.

(ex-traido de "A Árvore do Conhecimento" H. Maturana 1984)

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